Do Bubble para uma arquitetura própria, sem parar a operação
O MVP no Bubble provou o negócio. Com mais clientes e mais dados, ele passou a travar o crescimento. Levamos o produto para uma base de código própria, com a operação rodando o tempo todo.
A plataforma ficava mais lenta a cada novo cliente, o custo da ferramenta crescia mais rápido que a receita e integrações importantes simplesmente não eram possíveis.
Clientes maiores começaram a questionar a tecnologia, e a equipe não conseguia contratar desenvolvedores para evoluir um produto preso a uma plataforma no-code. Parar o sistema para reconstruir não era uma opção: empresas usavam a plataforma todos os dias.
As principais decisões e entregas do projeto.
Mapeamento completo do sistema atual
Levantamento de todas as regras de negócio, telas, fluxos e automações, muitas delas nunca documentadas.
Nova arquitetura documentada
Uma base preparada para escalar, com módulos separados e decisões registradas para que outro time consiga manter.
Construção por módulos
Começamos pelo módulo de maior impacto no dia a dia dos clientes e avançamos em ciclos curtos, com demonstrações frequentes.
Migração de dados com validação
Scripts de migração testados contra a base real, conferência de cada registro e plano de rollback pronto.
Virada controlada
Os dois sistemas convivem até o novo estar validado. A troca acontece sem interromper a operação dos clientes.
Código, infraestrutura e dados ficam em contas do cliente desde o primeiro dia. Com uma stack de mercado, a empresa passa a conseguir contratar e evoluir o produto sem depender de uma plataforma.